





























Existem profissionais que carregam uma trajetória forte demais para serem comunicados de forma rasa.
São pessoas com história, repertório, vivência e credibilidade. Profissionais que já construíram autoridade na prática, antes mesmo de qualquer estratégia digital tentar explicar quem elas são. O desafio, nesses casos, não é criar valor do zero. É organizar esse valor para que ele seja percebido, comunicado e convertido em novas oportunidades.
Foi esse o ponto de partida do primeiro case da Consulting Company: o trabalho desenvolvido com Marilei Schiavi, jornalista, radialista, especialista em media training, palestrante e mestre de cerimônias.
Quando começamos, Marilei já tinha uma história consolidada na comunicação. Sua experiência no rádio, no jornalismo e em projetos ligados à fala pública já sustentava uma autoridade real. Ela conhecia profundamente o universo da comunicação, sabia orientar pessoas, tinha vivência com público, entrevistas, posicionamento e presença.
Mas existia uma nova fase querendo nascer.
Marilei não queria apenas continuar sendo reconhecida pelo que já fazia. Ela queria expandir sua atuação, construir projetos maiores e transformar seu conhecimento em serviços mais claros, estratégicos e vendáveis. O media training, que já fazia parte do seu repertório técnico, tinha potencial para se tornar uma oferta mais bem posicionada no mercado.
E foi aí que a Consulting entrou.
Não para “inventar” uma autoridade.
Mas para dar forma estratégica a uma autoridade que já existia.
Quando uma pessoa tem uma trajetória ampla, o maior desafio nem sempre é ter o que comunicar. Muitas vezes, é escolher como organizar tudo aquilo.
Marilei reunia diferentes forças: era jornalista, radialista, comunicadora, especialista em media training, palestrante e mestre de cerimônias. Cada uma dessas frentes carregava valor. Mas, para o mercado entender com clareza o que ela oferecia e por que aquilo era relevante, era preciso construir uma narrativa estratégica.
Antes da Consulting, ela já havia contado com apoio de uma agência de marketing. Porém, havia uma distância entre a execução digital e a dimensão dos projetos que ela queria construir. A comunicação não podia ser tratada apenas como postagem, frequência ou estética. Ela precisava estar conectada a um plano maior de carreira, posicionamento e crescimento.
A pergunta central não era: “o que vamos postar?”
A pergunta era: qual posição Marilei quer ocupar no mercado a partir de agora?
Essa pergunta mudou todo o trabalho.
Porque, quando uma marca pessoal está em transição, o digital não pode ser apenas uma vitrine. Ele precisa ser uma ponte entre a trajetória já construída e o próximo ciclo profissional.
Um dos maiores erros em projetos de marca pessoal é tratar todo cliente como se estivesse começando do zero.
Marilei não estava começando do zero.
Ela já tinha experiência, credibilidade, repertório técnico, reconhecimento e uma rede de contatos construída ao longo da carreira. Esses ativos eram valiosos. O que faltava era conectá-los em uma estrutura mais clara de posicionamento, comunicação e oferta.
O trabalho da Consulting começou exatamente por essa leitura.
Antes de pensar em conteúdo, olhamos para a trajetória.
Antes de pensar em venda, olhamos para o valor.
Antes de pensar em campanha, olhamos para o caminho.
A partir desse diagnóstico, ficou evidente que o serviço de media training poderia assumir um papel central. Marilei tinha conhecimento para preparar políticos, empresários, profissionais liberais, lideranças e pessoas públicas para se comunicarem melhor, com mais segurança, presença e credibilidade.
O ponto não era apenas dizer que ela fazia media training. Era estruturar esse serviço como uma solução compreensível para um público específico.
Porque existe uma diferença enorme entre ter uma competência e ter uma oferta.
Competência é aquilo que o profissional sabe fazer.
Oferta é a forma como esse conhecimento chega ao mercado de maneira clara, desejável e comprável.
A Consulting atuou justamente nessa virada.
O trabalho passou por uma construção estratégica em camadas.
Primeiro, veio o direcionamento. Era preciso entender onde Marilei queria chegar, quais projetos desejava construir e como a sua marca pessoal deveria sustentar essa nova etapa.
Depois, veio o ajuste de posicionamento. A comunicação precisava mostrar Marilei como uma profissional completa: jornalista, radialista, especialista em media training, palestrante e mestre de cerimônias. Não como títulos soltos, mas como uma narrativa de autoridade em comunicação.
Em seguida, trabalhamos na estruturação da oferta. O media training foi organizado como serviço, com clareza sobre público, valor percebido e aplicação prática. A pergunta deixou de ser “o que ela sabe fazer?” e passou a ser “qual transformação esse serviço entrega para quem contrata?”.
Também desenvolvemos frentes de presença digital, como construção de site, gestão de redes sociais e estratégias de marketing alinhadas ao seu posicionamento.
Mas um dos movimentos mais importantes foi a ativação orgânica da base de relacionamento.
Marilei já tinha contatos. Pessoas que conheciam sua trajetória, confiavam em sua experiência e poderiam se interessar por sua oferta. O que faltava era apresentar o serviço certo, da forma certa, para as pessoas certas.
Foi isso que fizemos.
A partir do direcionamento estratégico, do ajuste de posicionamento e da ação orgânica criada, o resultado veio rápido.
Nas palavras da própria Marilei:
“O direcionamento estratégico, o ajuste de posicionamento e as orientações práticas de engajamento fizeram uma diferença enorme — tanto que o resultado apareceu imediatamente: mais de R$ 5.500 gerados em um único dia.”
Esse número é importante porque mostra a força da estratégia quando ela encontra uma base já qualificada.
Não foi uma ação baseada em tráfego pago.
Não foi uma campanha complexa.
Não foi uma tentativa de criar autoridade artificialmente.
Foi a ativação de um valor que já existia, mas que precisava ser melhor organizado e comunicado.
A base estava ali.
A autoridade estava ali.
O conhecimento estava ali.
A Consulting ajudou a transformar esses ativos em clareza, oferta e ação.
O resultado financeiro foi uma consequência visível. Mas a transformação mais profunda apareceu na forma como Marilei passou a enxergar sua própria trajetória.
Ela mesma descreveu isso com precisão:
“Esse impacto não é apenas financeiro. É a sensação de ter um caminho claro, estruturado e sustentável, algo que eu vinha buscando há bastante tempo e vocês conseguiram entregar com precisão.”
Essa fala resume a diferença entre uma entrega operacional e uma entrega estratégica.
Uma entrega operacional resolve uma tarefa.
Uma entrega estratégica organiza um caminho.
Para uma profissional em transição, esse caminho vale muito. Porque não se trata apenas de vender um serviço pontual. Trata-se de construir uma nova percepção de mercado, com mais clareza sobre o que oferecer, para quem oferecer e como sustentar essa autoridade no tempo.
Ao longo do projeto, Marilei também reconheceu publicamente o trabalho desenvolvido pela Consulting:
“A Consulting Company construiu o meu site, gerencia as minhas redes sociais e é responsável pelas estratégias de marketing do meu trabalho como jornalista, radialista, especialista em media training, palestrante e mestre de cerimônias.”
E completou recomendando a empresa para negócios, empresários e profissionais liberais que precisam se posicionar e se destacar no mercado com credibilidade.
A palavra credibilidade é central aqui.
Porque o objetivo nunca foi simplesmente fazer Marilei aparecer mais. O objetivo era fazer com que sua presença comunicasse a autoridade que ela já carregava.
O case Marilei Schiavi é especial porque marca o início da trajetória da Consulting Company. Mas ele também revela algo maior: a forma como enxergamos crescimento.
Para nós, marketing não começa no post. Começa no entendimento.
Antes de comunicar uma marca, é preciso entender sua história.
Antes de vender uma oferta, é preciso entender seu valor.
Antes de criar uma ação, é preciso entender o momento do cliente.
Antes de buscar crescimento, é preciso saber qual direção sustenta esse crescimento.
Com Marilei, o trabalho não foi criar uma imagem distante da realidade. Foi o contrário. Foi aproximar a comunicação da verdade da sua trajetória.
Ela já era uma profissional experiente.
Já tinha autoridade.
Já tinha conhecimento.
Já tinha relacionamento.
A Consulting entrou para organizar tudo isso em uma estratégia capaz de gerar clareza, posicionamento e resultado.
Esse case mostra que muitos profissionais não precisam recomeçar. Eles precisam reorganizar.
Às vezes, o crescimento está escondido em uma base de contatos que ainda não foi ativada.
Em um conhecimento que ainda não virou oferta.
Em uma trajetória que ainda não foi narrada com força.
Em uma autoridade que ainda não foi posicionada com clareza.
Foi isso que aconteceu com Marilei Schiavi.
A partir de uma leitura estratégica sobre sua carreira, seu repertório e seus objetivos, a Consulting ajudou a transformar experiência em posicionamento, conhecimento em oferta e relacionamento em resultado.
O primeiro case da Consulting Company não nasceu de uma fórmula pronta. Nasceu de escuta, diagnóstico e construção.
E talvez seja por isso que ele represente tão bem a essência da empresa.
Porque, no fim, crescimento não é apenas sobre aparecer mais.
É sobre ser percebido com mais clareza.
É sobre transformar valor real em estratégia.
É sobre construir caminhos que façam sentido.
É sobre comunicar com verdade aquilo que a marca já tem de mais forte.
Com Marilei, esse caminho começou com uma autoridade já existente.
A Consulting apenas ajudou essa autoridade a encontrar forma, direção e resultado.
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